Saber tocar um instrumento é fundamental para quem faz aulas de canto?

Saber tocar um instrumento é fundamental

para quem faz aulas de canto?

Técnica Vocal

Quanto isso acrescenta no estudo?
Para que você comece suas aulas de canto e tenha um bom rendimento, não é preciso tocar um instrumento. Claro que ser um instrumentista te ajudará muito a ter um ouvido apurado e você terá um estudo muito mais proveitoso.
No início das aulas de canto você pode usar CDs para treinar vocalizes, mas quanto mais você avança no seu curso de canto, mais útil e imprescindível se torna tocar um instrumento e conhecer toda a teoria musical.
Não é raro ver vários cantores famosos que nunca tocaram nenhum instrumento, aparecerem de repente tocando algo. Isso ocorre por que já alcançaram um patamar em que saber tocar um instrumento se tornou fundamental para sua carreira. Imagine você comandar músicos de altíssimo nível musical sem saber se comunicar na linguagem deles!
Quanto mais intimidade com um instrumento, mais apurado será o seu ouvido. Chegará um momento em que notas desafinadas vão “molestar” seus ouvidos.
Não é necessário você ser um exímio pianista para ser um bom cantor, mas conforme você progride, irá sentir a precisão de conhecer a fundo sobre harmonia, de saber a função de cada nota no acorde, inclusive se você tem projetos de compor futuramente, dominar bem um instrumento é imprescindível para isso.
Se a intenção é enriquecer suas aulas de canto, eu oriento você aprender piano ou teclado ao invés de violão, pois para quem está iniciando aprender cantar e tocar, será vital ter uma nota exata com afinação precisa. Precisa de um tempo até você ter um ouvido preparado e capaz de afinar perfeitamente um violão e saber quando não estiver afinado e isso pode prejudicar a prática e perfeição dos seus estudos. Também para a realização dos exercícios de vocalizes, o piano e o teclado são muito mais funcionais que um instrumento de cordas ou de sopro. Se você toca, irá aprender canto muito mais rapidamente.

fonte: www.cantarbem.com

Escolas de Música em Salvador

A Importância das Escolas de Música em Salvador

 

Escolas de Musica em Salvador

“A lei que obriga as escolas a oferecer aulas de música deve ampliar mercado para profissionais formados na área.

Ainda não se sabe se a música será usada como uma forma de entretenimento ou se será uma disciplina como as outras, mas a novidade pode até auxiliar em outras matérias.  A percepção musical será muito trabalhada. O aluno terá que ter atenção, irá aprender a ouvir, terá de trabalhar ao mesmo tempo a coordenação motora e intelectual, isso,  com certeza, vai ajudar em outras disciplinas no colégio.

Quero salientar a importância das escolas de música, onde o aluno, desde a mais tenra idade, aprende a tocar um instrumento, é capaz de ler uma partitura, reconhece vários ritmos e diferentes estilos musicais. Sabemos que a carreira de músico se inicia muito antes de entrar na vida acadêmica. As escolas de música são espaços relevantes para a formação musical. É nessas escolas que ocorre a formação musical de muitos alunos que ingressam nos cursos superiores de música no Brasil e de profissionais da música que seguem carreira artística fora da universidade. Além disso, é nessas escolas que atuam egressos dos cursos de licenciatura e de bacharelado em música.

A Universidade Federal da Bahia (UFBA) oferece cursos de graduação e pós-graduação nas áreas de Canto, Composição e Regência, Instrumento, Licenciatura e Música Popular. Porém, para ingressar na faculdade, é preciso conhecer música para enfrentar a prova de conhecimentos específicos antes de realizar o vestibular. Nesse teste, o aluno já define a área que pretende fazer na faculdade. É feita uma prova individual, em que o estudante é acompanhado por uma bancada de professores e precisa demonstrar suas habilidades em diversas áreas da música, com ênfase para o campo que deseja seguir.

Para esses músicos que pretendem seguir o estudo acadêmico e cursar uma faculdade de música, ou simplesmente estudar música por prazer ou hobby, é preciso dizer que existe um grande contingente de escolas de música em Salvador, com diversos perfis, entre elas as chamadas escolas de música livre ou alternativas, que se caracterizam por serem escolas de caráter privado e sem vínculo com redes ou sistemas de ensino público.”

http://noticias.terra.com.br/

http://www.abemeducacaomusical.org.br/Masters/revista26/revista26_artigo6.pdf

Escolas de Música: campo de atuação profissional e de formação

Escolas de Música: campo de atuação

profissional e de formação

Escola de Música

“As escolas de música são espaços relevantes para a formação musical. É nessas escolas que ocorre a formação musical de muitos alunos que ingressam nos cursos superiores de música no Brasil e de profissionais da música que seguem carreira artística fora da universidade. Além disso, é nessas escolas que atuam egressos dos cursos de licenciatura e de bacharelado em música.

Existe um grande contingente de escolas de música com diversos perfis, entre elas as chamadas escolas de música livre ou alternativas, que se caracterizam por serem escolas de caráter privado e sem vínculo com redes ou sistemas de ensino público. Os seus professores, em muitos casos, são profissionais autônomos com atuação em diversas escolas, sendo muitas vezes, atuação concomitante à de músicos intérpretes e compositores.

As escolas de música como instituições estão livres das exigências da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional em termos de regulamentação curricular, e também são livres do controle de agências do Estado ou de instituições religiosas. Elas não conferem diplomas reconhecidos pelo Ministério da Educação (MEC).

Não há um modelo específico de escola de música.  Um espaço pode se caracterizar como escola por ocorrer nele o ensino, ainda que cada profissional trabalhe por si, sem integração ou unidade. Essa suposta “desarticulação” é apresentada por diversos autores como uma das características das escolas, sendo que essa desarticulação parece revelar muito mais a diversidade de opiniões, crenças, culturas, princípios de ensino, concepções de música, entre outros inúmeros aspectos que reiteram a idéia de que a escola de música, assim como outras escolas, possui uma plurirracionalidade.

O público alvo é bastante variado. O perfil mais recorrente, em termos de interesse, é o comercial, que consistiria naquele aluno que está iniciando na música e não deseja se aprofundar muito nos estudos. Nesse caso, o aluno inicia pela motivação decorrente das músicas que ouve e pela admiração por determinada banda ou música. Esse tipo de aluno tenderia a desistir da música quando vê que o papel de instrumentista é diferente daquele de ouvinte e que requer um tipo de envolvimento e de dedicação mais intensos.

O perfil dos alunos varia também no nível de aprendizagem musical, em relação à faixa etária, que vai desde os  6 meses de idade até aproximadamente 70 anos. A escola de música abriga professores com muitas formações. Por ser livre, em termos de legislação, ela permite que professores com diferentes perfis de formação atuem nela.

As apresentações da escola também são consideradas como um diferencial. A escola possui um grande investimento em eventos diversos como saraus, apresentações de professores , apresentações de alunos e ainda espetáculos de grande porte que a escola chama de musicais.

Ainda que a escola de música siga determinados pressupostos tradicionais de organização e de ensino de música, ao mesmo tempo ela apresenta diversos aspectos inovadores, mostrando dinamismo na sua constituição, sendo que a flexibilidade e a mobilidade constituem-se em alguns dos aspectos que a singularizam.”

Fonte:

http://www.abemeducacaomusical.org.br/Masters/revista26/revista26_artigo6.pdf

A História do Piano

A História do Piano

O piano foi criado por um italiano, Bartolomeo Cristofori (1655-1731), no início do século 18, mas só  no final desse século foi usado por grandes músicos como Carl Philipp Emanuel Bach, Mozart e Beethoven.

Geralmente composto por 88 teclas, o piano é um instrumento musical de corda percutida. O som é produzido pelo acionamento dos martelos de madeira, que batem nas cordas de aço. Esta era a principal diferença do piano em relação ao cravo, teclado da época, cujas cordas eram tangidas por bicos de penas. O piano tinha controle de dinâmica, ou seja, o executante poderia imprimir intensidade ao toque, variando do “piano”, palavra italiana que significa “suave”, ao “forte” . Daí o nome do instrumento que passou, posteriormente, a ser apenas conhecido como “piano”.

Durante o século 18, dois nomes foram usados para designá-lo: “pianoforte” e “fortepiano. Portanto, os termos “pianoforte” ou “fortepiano” referem-se a um mesmo instrumento: o antigo piano, ainda com pouca sonoridade, sem pedais e com uma menor tessitura.

Em 1783, o instrumento sofreu uma grande evolução quando o inglês John Brodwood criou o pedal surdina e o pedal direito. Outro avanço se deu em 1821, com o francês Sébastien Erhard, o qual criou um mecanismo que permitia o toque de uma tecla repetidamente : o sistema de “escape”, que permite que o martelo se afaste da corda logo após a pancada deixando que esta vibre livremente.

O piano, por possuir um grande número de notas, abrange a extensão de todos os instrumentos da orquestra, se igualando a harpa. É um dos principais instrumentos musicais, uma consequência natural de sua versatilidade e grande aplicação na música ocidental.

pianoforte_sec_XVIII

Pianoforte – Século XVIII

Fonte: 
http://www.historiadetudo.com/piano.html
http://www.tudoempiano.com.br/historia.htm

Por que estudar música?

Por que Estudar Música?

Por que estudar Música?

Pesquisas comparativas feitas em áreas cognitivas, motoras, de saúde e percepção são conclusivas quanto as vantagens de estudar música.  Além disso, quem estuda música torna-se um ouvinte mais qualificado, amplia seu prazer na escuta e seus critérios estéticos musicais.

Segundo estudos realizados por pesquisadores alemães, pessoas que analisam tons musicais apresentam área do cérebro 25% maior em comparação aos indivíduos que não desenvolvem trabalho com música, bem como aos que estudam as notas musicais e as divisões rítmicas obtiveram notas 100% maiores que os demais colegas em relação a um determinado conteúdo da matemática.

Com base em pesquisas, as crianças que desenvolvem um trabalho com música apresentam um melhor desempenho na escola e na vida como um todo e geralmente apresentam notas mais elevadas quanto à aptidão escolar.

Eis então, uma reflexão para pais e educadores, buscando inserir a música no seu planejamento, incentivando a criança a estudar música desde a educação infantil.

Quanto à 3ª idade, os benefícios da música não param por aí.  Na saúde, a música tem ajudado a combater o mal de Alzheimer (perda de memória), a reduzir os sentimentos de ansiedade, solidão e depressão, além de reforçar o sistema imunológico.

Portanto, manter a mente ocupada é uma forma saudável de alcançar a idade aúrea.


fonte:  www. companhiadascordas.com.br
            www.educador.brasilescola.com